Voluntária Léa Gonçalves: uma das grandes incentivadoras do café para pacientes da Unidade de Oncologia da Santa Casa de Ourinhos

No final de 2019, a Unidade de Oncologia da Santa Casa de Ourinhos inaugurou a Sala de Acolhimento, uma iniciativa do próprio hospital em parceria com os grupos de voluntárias “Amigas do Peito” e “Mãos Solidárias”.

A sala é um novo espaço na Unidade de Oncologia com uma estrutura totalmente mais adequada para que os pacientes e seus familiares que realizam o tratamento oncológico no hospital possam tomar o café da manhã e da tarde em um ambiente mais acolhedor e aconchegante.

Porém, a ideia de oferecer café aos pacientes teve como grande incentivadora uma das pacientes da Unidade de Oncologia. Em 2017, Wanderléa Gonçalves, mais conhecida como Léa, realizava o tratamento de câncer de mama e conheceu duas pacientes, que também estavam tratando a doença.

Interessadas em contribuir com um trabalho voluntário em prol a Unidade de Oncologia, as três pacientes decidiram desenvolver alguns projetos para o hospital e criaram o Grupo Amigas do Peito.

Entre as ideias do grupo surgiu o café da manhã e da tarde. “Cada uma de nós três trazia de suas casas alimentos para tomar café da manhã. E assim começamos a perceber o quanto os pacientes gostavam desse acolhimento em forma de café, pois, além dos alimentos servidos, aproveitávamos o momento para conversar e compartilhar experiências com os pacientes, uma vez que já havíamos passado pelo mesmo tratamento”, contou Léa.

Além disso, Léa contou também que muitos pacientes viajavam para Ourinhos sem tomar café da manhã em suas casas e até mesmo ficavam muito tempo à espera pela consulta ou em tratamento. “Por isso o café servido era extremamente confortável e importante, pois fazia toda a diferença durante aquele tempo”.

Após a demanda aumentar e também notarem a boa receptividade de todos com o café, as voluntárias foram em busca de doações de padarias e supermercados. “Tivemos êxito em receber as doações e foi aí que surgiu a colaboração de outro grupo voluntário (Mãos Solidárias ), que passou a servir também o café da manhã aos pacientes”.

Em novembro de 2019, Lea Gonçalves esteve presente na inauguração da Sala de Acolhimento e ficou extremamente feliz em ver o crescimento do projeto iniciado há três anos. “Precisava de um espaço mais acolhedor, porque a gente percebe que o hospital está cada vez com um ambiente mais humano, fazendo com que o paciente se sinta bem, mesmo sabendo que a luta será grande”.

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